Ir direto para menu de acessibilidade.
Início do conteúdo da página

IFSP Campus Birigui realiza formação antirracista para professores do Colégio Criando Asas

Publicado: Terça, 20 de Fevereiro de 2024, 14h28 | Última atualização em Terça, 20 de Fevereiro de 2024, 17h07 | Acessos: 363

Em 17 de fevereiro, professores do Colégio Criando Asas, localizado no município de Birigui, estiveram no Laboratório de Ações Étnico-Raciais – Lab ETNO, localizado no Instituto Federal de São Paulo campus Birigui, para receber uma formação antirracista, desenvolvida pela profa. Eisandra Pereira.

A professora ressalta que no Brasil, ainda estejamos aquém do esperado no que diz respeito ao desenvolvimento de uma educação antirracista efetiva, se percebe que o número de profissionais dispostos a aprender e se comprometendo a participar da luta antirracista tem aumentado com o passar dos anos, como ficou comprovado no último final de semana.

Os professores do colégio tiveram acesso à um conhecimento sobre a história e cultura de alguns dos povos africanos no período anterior ao processo de invasão europeia. Assim, como as práticas do movimento para o branqueamento do Brasil que influenciam as ações cotidianas, contribuindo para a permanência do processo marginalização do povo negro. Diante do exposto, aos presentes concluíram do quanto é necessário criar práticas para construir um indivíduo etnicamente inclusivo.

O LAB ETNO é um espaço temático e todos que ali se encontravam tinham o mesmo objetivo, aprender para ensinar de forma correta. As dúvidas foram expostas sem pudor, como também os relatos de experiência, os receios, e a percepção do quanto ainda é necessário ser aprendido. E receberam conhecimentos antirracistas por meio de dados científicos, apresentação de experiências de sucesso praticadas por professores diversos ao longo dos anos, como as que promoveram o racismo, ao invés de combatê-lo. Para reflexão, foram apresentados jogos, dicas de filmes, a importância da representatividade positiva, os cuidados com o tipo de literatura e brinquedos afrocentrados e como usá-los. Foi um momento rico em aprendizado!

Para Elisandra Pereira é importante enxergar que o Brasil é um país racista em sua formação, logo, nossa sociedade foi estruturada racialmente, o que afeta a percepção e atitude do brasileiro quando o assunto é racismo, o que confirma a necessidade de mais pessoas dispostas a aprender para que a nação possa se desconstruir das concepções racista, com base nas quais foi moldada.

WhatsApp_Image_2024-02-17_at_120723.jpg WhatsApp_Image_2024-02-17_at_120826.jpg WhatsApp_Image_2024-02-17_at_120832.jpg WhatsApp_Image_2024-02-17_at_120852.jpg WhatsApp_Image_2024-02-17_at_120856.jpg WhatsApp_Image_2024-02-17_at_120856_1.jpg WhatsApp_Image_2024-02-17_at_120857.jpg WhatsApp_Image_2024-02-17_at_120858.jpg WhatsApp_Image_2024-02-17_at_120858_1.jpg WhatsApp_Image_2024-02-17_at_120859.jpg WhatsApp_Image_2024-02-17_at_120859_1.jpg

registrado em:
Fim do conteúdo da página