No mês que se comemora o Dia da Consciência alunos do IFSP Birigui realizam brincadeira africana na aldeia indígena de ICATU- Braúna
Alunos do 2o ano do Curso Técnico em Informática integrado ao médio, acompanhados das professoras Elisandra Pereira (Adm/NEABI) e Paula Zitko (Informática) realizaram na ultima sexta (22), uma visita técnica na Aldeia Icatu, localizada no município de Braúna- SP. A visita faz parte do evento ZAYI Festival Afro-cultural que ocorre no câmpus Birigui ao longo do mês de novembro.
Segundo a professora Elisandra Pereira, a visita técnica a aldeia proporcionou aos alunos, como também aos professores, momentos de muitas descobertas e de aquisição de novos conhecimentos, seja por meio da roda de conversa, das danças e brincadeiras típicas, como também pela trilha percorrida, a qual colocou alunos e professores em um cenário conhecido por poucos.
O importante conhecimento sobre as etnias Terena e Kaingang enriqueceu culturalmente, como também humanamente todos os participantes, o que serão levados para a vida toda desses alunos, em especial por poderem fazer parte dessa construção por meio do compartilhamento de conhecimentos sobre a cultura africana, ao apresentarem a comunidade indígena brincadeiras africanas aprendidas por meio das Ações NEABI no câmpus Birigui em 2019.
A visita técnicas mencionada faz parte do evento ZAYI Festival Afro-cultural do Instituto Federal Câmpus Birigui 2019, e tem como objetivo desconstruir concepções racistas por meio do Conhecimento. Somado a esse fato, essa visita técnica atende as demandas do Plano Pedagógico de Curso de todos os cursos do IFSP no tocante ao trato das relações étnico-raciais, exigência das Leis de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9394 de 1996, alterada pelas Leis 10.639/2003 e 11.645/2008, além de promover a integração dos alunos e servidores com a realidade vivenciada pelas etnias abordadas pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiro e indígena – NEABI-IFSP.
Considera-se que por meio dessas visitas técnicas o IFSP câmpus Birigui contribui para o desenvolvimento sociocultural de seus alunos e servidores. como também colabora para o combate ao racismo, consequentemente, contribui também para a construção de uma sociedade equalitária, ofertando a mesma, profissionais tecnicamente habilitados, socialmente inseridos e etnicamente inclusivos.
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